Franco Almada

FOTO: Aurélio Alves/O POVO

Pacificar conflitos com conhecimento e criatividade é o que move o advogado Franco Almada. Com dez anos de mercado, atua nas áreas do direito do trabalho e processo do trabalho. Desde o início da carreira profissional, iniciada em 2008 com a formatura na Universidade de Fortaleza (Unifor), esteve dedicado à defesa das prerrogativas da advocacia, participando ativamente de comissões e atualmente secretariando o Tribunal de Defesa de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB/CE).

Na luta incansável, aprendeu que a advocacia “não é profissão para covardes”, e que somente o “conhecimento afiado da lei”, a conduta ética e o trabalho árduo, constroem o reconhecimento e dão credibilidade ao profissional do Direito. É com essas prerrogativas que acredita no papel do advogado como plataforma capaz de transformar para melhor a vida das pessoas. Há casos, relata, em que pacientes chegam ao escritório “angustiadas com conflitos que parecem sem solução”.

Mas “escutar esses problemas, apresentar possibilidades, formular teses e colocar no papel uma argumentação que poderá resolver questões” é o que move um advogado vocacionado como ele. Franco Almada destaca que, na área trabalhista, as discussões adquirem um maior relevo por se tratarem de verbas alimentares, ou seja, essenciais para a vida naquele mesmo momento em que estão sendo discutidas.

Desse modo, ao advogado não basta só o conhecimento, ele deve ter celeridade de raciocínio e ação, mas com a máxima cautela e estratégia para alcançar os objetivos. “Tudo isso, por vezes, em uma audiência que pode durar poucos minutos”, ressalta.

Agir com celeridade e reflexão em um ambiente de manejo de leis complexas, onde vigora o princípio da oralidade e todos os prazos são mais exíguos do que no processo comum, exige desse profissional a excelência em capacitação caso queira alcançar o melhor direito para o seu cliente, seja na defesa do empregado ou do empregador.

“Ou seja, a advocacia trabalhista não é pra amadores”, alerta.

Pai de Ana Beatriz e Arthur Franco, Almada é casado com Jourdana Xavier. Nas horas vagas, toca contrabaixo em uma banda formada com amigos, além de pedalar e praticar judô. O advogado define sua trajetória com um trecho da canção “Disparada”, de Geraldo Vandré: “A morte, o destino, tudo estava fora de lugar, e eu vivo pra consertar”.