Rafael Sales

Aurélio Alves/O POVO

Vocacionado desde a infância para mediação de conflitos e negociação de soluções, Rafael Henrique Dias Sales, o Rafael Sales, decidiu, ainda cedo, que seria advogado
quando adulto. O “tino argumentativo” pesou na escolha. “A aplicação prática do Direito tem como consequência a paz social, assim, bons profissionais trazem uma grande melhoria para o convívio social. Se você for bom nisso, entre para o Direito e estará fazendo um grande serviço para as pessoas ao redor”, defende.  

Com atuação na área trabalhista e sindical, Sales é graduado pelo Centro Universitário 7 de Setembro (UNI7), fez intercâmbio na Universidade Clássica de Lisboa, em Portugal, e é pós-graduado pelo Centro Universitário Christus (Unichristus), onde também fez especialização em direito e processo do trabalho. E acumula diversas experiências na área.  

Foi premiado com o primeiro lugar no 3º Congresso Internacional de Direito Sindical, com o artigo “Enquadramento Sindical e o Projeto de Lei nº 4330, que trata da terceirização”, trabalho que foi remodelado e publicado no site JusBrasil com o título “As repercussões do Projeto de Lei 4330 na representação sindical brasileira”. Rafael Sales conquistou ainda o terceiro lugar no 2º Congresso Internacional de Direito Sindical com o artigo “Greve de Militares e a Convenção 87 da OIT”.  

“Os direitos sindical e trabalhista estão intimamente ligados aos direitos sociais, sendo motivador para que possamos realizar nosso labor de forma a dar um retorno para a própria sociedade. É realmente desafiador, mas prazeroso”, avalia. Tem como referências os advogados Carlos Chagas, Ana Virgínia Porto de Freitas, Vianey Martins, além de Marcell Feitosa e Valdetário Monteiro, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Ceará (OAB-CE). “Exemplos de advogados que, assim como eu, vieram do Interior e conseguiram alcançar altos patamares”, diz, orgulhoso de ter nascido no município cearense de Acaraú.  

Como inspiração, adota a frase de Thomas Jefferson, o terceiro presidente dos Estados Unidos, com mandato entre 1801 e 1809: “Eu acredito demais na sorte. E tenho constatado que, quanto mais duro eu trabalho, mais sorte eu tenho”.

No tempo livre, não abre mão do futebol e tênis de mesa com amigos, além de jogar videogame e assistir séries televisivas relacionadas ao direito e à advocacia. “Sempre gosto de estar com minha noiva Angélica Mota e rodeado de amigos, em especial, para apreciar um bom vinho e queijos. Isso mantém os laços sempre estreitos”, diz.